Análise do Episódio – Supergirl 2×18 – Ace Reporter

O Tudo por 3 começa sua análise de séries! A princípio, começaremos pelas séries do Arrowverse, da CW (Composto por Arrow, Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow). Depois de uma breve pausa neste mês de abril, Supergirl, Flash e Arrow voltam com força para seus finais de temporada, enquanto Legends teve sua season finale semanas atrás (que comentaremos logo sobre).

Começaremos nossa análise com o episódio 18 da segunda temporada de Supergirl, chamado Ace Reporter. Porém, como é a primeira análise, vamos falar um pouco como veio se desenvolvendo a série e a temporada.

Supergirl chegou à CW após um ano na CBS e, ao contrário do que muitos imaginavam, conseguiu inclusive melhorar o nível de seus episódios, mesmo tendo gastos menores com seus episódios. Melissa Benoist, além de ser maravilhosa, vem evoluindo cada vez mais como Kara Zor-El e colocando cada dia mais Supergirl mais independente do Superman. A série sofreu a perda da atriz Calista Flockhart, que interpretava a brilhante jornalista e dona de tudo Cat Grant, devido a mudança da série para Toronto, o que não afetou a qualidade da série. A chegada de Mon-El ao time foi de enorme importância, tanto para o desenvolvimento de Kara, quanto para o desenvolvimento da história em si.

Nessa segunda temporada, a série tem,  além de sua história principal, tramas de relacionamento que são muito bem exploradas e dão certo, como o relacionamento de Alex e Maggie, a amizade de Kara com Lena Luthor, ou até a relação de Lena com sua mãe, Lilian Luthor. Lillian que também é uma das grandes vilãs dessa temporada, controlando a Cadmus, que tem como objetivo acabar com todos os extraterrestres em nosso planeta. Além disso, tivemos recentemente a inclusão de Rhea, mãe de Mon-El e sabe-se lá o que ela está tramando contra nossa Garota de Aço.

Neste episódio, temos uma trama não tão importante para a história da temporada em si, mas que mostra a evolução de Kara como jornalista e seu interesse por buscar a verdade acima de tudo, confrontando seu ex-chefe Snapper durante boa parte do episódio. Além disso, temos Lena Luthor se consolidando como mais uma das grandes mulheres que a série nos apresenta, e se tornando uma personagem chave em toda a história de Supergirl.

Em um episódio que Supergirl raramente se coloca em momentos de ação, mesmo estando pronta para enfrentar o mundo, é mostrado que Kara, após sua matéria sobre a Cadmus, ganhou a confiança do público que busca a verdade, como o informante que vai procura-la para falar sobre Jack Spheer e a partir disso desenrola toda a história do episódio, colocando a Biomax na mira da garota de aço.

Em contraponto, temos uma não tão bem trabalhada trama do Guardião, que se resume a brigar com bandidos em cenários sempre parecidos e na maioria das vezes sem tanta dificuldade. Porém, nesse episódio, temos a inclusão de Lyra nessa trama. A namorada de Winn se dispõe a ajudar James em suas batalhas, mas, mesmo ainda tendo muito o que aprender, é um bom caminho para a personagem no futuro da série, deixando de ter apenas sua trama amorosa e passando também a combater o crime.

Agora, falando sobre Kara Danvers como jornalista, a personagem mostra bastante amadurecimento reconhecendo a “fraqueza” de seu site em comparação a CatCo Magazine, deixando para Snapper todos os fatos sobre a Biomax e, com o também desenvolvimento e reconhecimento do chefe, reconquistando seu emprego por seu trabalho feito, não apenas por ser a protagonista da série. Um grande ponto positivo para a série.

Em relação à história principal do episódio, há um grande envolvimento de Lena, devido a sua relação com Jack e sua mágoa por ter sido “enganada” por ele ao descobrir que o único teste feito pelo dono da Spheere foi nele mesmo e, ao confrontá-lo, entrar em confronto contra Beth, que estava por trás de todo o perigo causado pela Biomax, mas que não podia ver seu dinheiro ir embora. Enquanto Supergirl descobre a verdade e corre para salvar o dia, Lena já está lá evitando ser contaminada e podendo perder tudo que possui.

No entanto, o ponto-chave do episódio é o dilema de Lena entre salvar Supergirl, porém matando Jack, sua “kriptonita”, como ela mesma disse no inicio do episódio, ou deixar Jack vivo, porém contaminado, mas assim ter Supergirl completamente envolvida pelos nanorobôs da Biomax, podendo assim ser derrotada. Ponto para Lena: teve coragem e resolveu o problema, mas sem deixar de sofrer devido a morte de Jack. Agora é saber como isso será desenvolvido nos próximos episódios, pois, como disse Lena, ela está com medo da pessoa que ela pode ser.

Em resumo, o episódio teve mais pontos positivos do que negativos (até porque não vamos esperar em Supergirl a ação e violência que temos em Arrow, por exemplo). Os relacionamentos interpessoais são explorados muito bem pela série, e mais uma vez não deixou a desejar. Kara e Lena ficam cada episódio mais próximas, e, mesmo não sabendo o que pode acontecer no futuro (já adianto que não conheço muito as histórias dos quadrinhos), temos duas personagens se dando bem, afinal, não existe um personagem da série com quem Melissa não tenha uma boa química.

No episódio da semana que vem, poderemos ter bastante ação, pois, como mostrado no trailer, Alex está em bastante perigo e precisando bastante da ajuda da irmã e da namorada, Maggie, para sair com vida.

Confira a sinopse e o trailer abaixo:

“Alex (Chyler Leigh) é seqüestrada e o seqüestrador ameaça matá-la a menos que Supergirl (Melissa Benoist) libere um notório criminoso da prisão. Supergirl e Maggie (Floriana Lima) sempre tiveram abordagens diferentes para apreender criminosos, mas desta vez elas devem trabalhar juntas para salvar Alex. Enquanto isso, Rhea (atriz convidada Teri Hatcher) tem uma proposta interessante para Lena (Katie McGrath).”

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